Saúde no Maranhão é de primeiro mundo, diz ex-secretário investigado
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Saúde no Maranhão é de primeiro mundo, diz ex-secretário investigado
O ex-secretário de Saúde do Maranhão Ricardo Murad, cunhado da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB-MA), disse que seu Estado tem "uma rede de assistência à saúde de primeiro mundo". O texto publicado em rede social nesta quinta-feira (19) é uma resposta às suspeitas levantadas pela Operação Sermão aos Peixes, deflagrada nesta terça-feira (17) para investigar supostos desvios de recursos da saúde durante a gestão de Roseana, de 2009 a 2014.
"Sempre me coloquei antes mesmo da operação à disposição da Justiça, MPF e PF e continuo no mesmo propósito porque tenho o dever de defender a nossa obra que, pela primeira vez, deu a todos os maranhenses oportunidades de ter uma rede de assistência à saúde de primeiro mundo", escreveu Murad.
Murad afirmou que "não houve desvios bilionários, como afirma o superintendente da Polícia Federal". O delegado Alexandre Saraiva estimou que 60% dos recursos destinados à saúde tenham sido desviados no Maranhão no período investigado pela PF. Duas entidades não governamentais receberam cerca de R$ 2 bilhões em recursos públicos e contrataram diversas empresas sem licitação, segundo a PF.
Em sua resposta na rede social, Murad não comentou o apoio financeiro das empresas terceirizadas para campanhas eleitorais. Conforme a Folha de S.Paulo revelou nesta quarta-feira (18), a Polícia Federal também levantou indícios de que parte do dinheiro da propina abasteceu pelo menos 61 campanhas eleitorais no Maranhão, incluindo as de parentes de Murad.
O ex-secretário também não falou sobre o pedido de prisão preventiva feito pela PF e acompanhada pelo Ministério Público Federal, que o acusam de ter tentado destruir provas. No dia da deflagração da operação, a PF achou uma fogueira no quintal da casa do ex-secretário, papéis recentemente incinerados, e indícios de que houve transferência de documentos de uma casa para outra na família Murad. O pedido de prisão está sendo analisado pelo juiz federal Roberto Carvalho Veloso.
Uma auditoria da CGU (Controladoria Geral da União) apontou desvios de pelo menos R$ 114 milhões.
"Na Secretaria de Saúde não houve desvios bilionários como afirma o superintendente da Polícia Federal, mas sim muito trabalho, dedicação e seriedade com os recursos públicos que destinamos para atender aos maranhenses uma rede de hospitais, upas e centros especializados de medicina digna de povos avançados", escreveu Murad na rede social.
"Um absurdo -completo absurdo, aliás- se imaginar que mais de um bilhão de reais tenha sido desviado de serviços médicos hospitalares da rede estadual. Isso levaria, com absoluta certeza, a que mais da metade dos hospitais do Estado não estivessem funcionando nos últimos cinco anos, porque representaria mais de 50% dos recursos aplicados no setor", afirmou o ex-secretário na rede social.
Segundo Murad, "ampliamos e melhoramos muito a oferta de serviços médicos, a quantidade de hospitais, a qualidade do atendimento. Isso é público e notório!"
O ex-secretário disse que prestou depoimento de "mais de 15 horas" à Polícia Federal, "com 30 páginas de esclarecimentos" nas quais teria respondido "a tudo" o que foi perguntado.
"Deixei registrado que no período em que estive à frente como secretário, ao contrário do que se divulga, não houve superfaturamento, nem pagamentos de serviços, obras, medicamento e materiais médico/hospitalar que tenham sido pagos sem a devida prestação de serviço ou a correspondente entrega dos produtos e materiais e muito menos pagamentos de médicos e funcionários fantasmas", disse Murad.
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Esse é um país maravilhoso de primeiro mundo...
"Sempre me coloquei antes mesmo da operação à disposição da Justiça, MPF e PF e continuo no mesmo propósito porque tenho o dever de defender a nossa obra que, pela primeira vez, deu a todos os maranhenses oportunidades de ter uma rede de assistência à saúde de primeiro mundo", escreveu Murad.
Murad afirmou que "não houve desvios bilionários, como afirma o superintendente da Polícia Federal". O delegado Alexandre Saraiva estimou que 60% dos recursos destinados à saúde tenham sido desviados no Maranhão no período investigado pela PF. Duas entidades não governamentais receberam cerca de R$ 2 bilhões em recursos públicos e contrataram diversas empresas sem licitação, segundo a PF.
Em sua resposta na rede social, Murad não comentou o apoio financeiro das empresas terceirizadas para campanhas eleitorais. Conforme a Folha de S.Paulo revelou nesta quarta-feira (18), a Polícia Federal também levantou indícios de que parte do dinheiro da propina abasteceu pelo menos 61 campanhas eleitorais no Maranhão, incluindo as de parentes de Murad.
O ex-secretário também não falou sobre o pedido de prisão preventiva feito pela PF e acompanhada pelo Ministério Público Federal, que o acusam de ter tentado destruir provas. No dia da deflagração da operação, a PF achou uma fogueira no quintal da casa do ex-secretário, papéis recentemente incinerados, e indícios de que houve transferência de documentos de uma casa para outra na família Murad. O pedido de prisão está sendo analisado pelo juiz federal Roberto Carvalho Veloso.
Uma auditoria da CGU (Controladoria Geral da União) apontou desvios de pelo menos R$ 114 milhões.
"Na Secretaria de Saúde não houve desvios bilionários como afirma o superintendente da Polícia Federal, mas sim muito trabalho, dedicação e seriedade com os recursos públicos que destinamos para atender aos maranhenses uma rede de hospitais, upas e centros especializados de medicina digna de povos avançados", escreveu Murad na rede social.
"Um absurdo -completo absurdo, aliás- se imaginar que mais de um bilhão de reais tenha sido desviado de serviços médicos hospitalares da rede estadual. Isso levaria, com absoluta certeza, a que mais da metade dos hospitais do Estado não estivessem funcionando nos últimos cinco anos, porque representaria mais de 50% dos recursos aplicados no setor", afirmou o ex-secretário na rede social.
Segundo Murad, "ampliamos e melhoramos muito a oferta de serviços médicos, a quantidade de hospitais, a qualidade do atendimento. Isso é público e notório!"
O ex-secretário disse que prestou depoimento de "mais de 15 horas" à Polícia Federal, "com 30 páginas de esclarecimentos" nas quais teria respondido "a tudo" o que foi perguntado.
"Deixei registrado que no período em que estive à frente como secretário, ao contrário do que se divulga, não houve superfaturamento, nem pagamentos de serviços, obras, medicamento e materiais médico/hospitalar que tenham sido pagos sem a devida prestação de serviço ou a correspondente entrega dos produtos e materiais e muito menos pagamentos de médicos e funcionários fantasmas", disse Murad.
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Esse é um país maravilhoso de primeiro mundo...
marcelo l.- Farrista "We are the Champions"
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Data de inscrição : 15/06/2010
Quero Café- Farrista "We are the Champions"
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Localização : Às vezes em Marte, às vezes no espaço sideral
Jamm- Farrista além das fronteiras da sanidade
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Re: Saúde no Maranhão é de primeiro mundo, diz ex-secretário investigado
Sem duvida a que ele e a família usam é!
Rurouni André- Farrista me gusta
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